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Uma agenda para a cidadania universal
Marcelo Barros [1] |
M.Paz |
Neste mundo cada vez mais marcado pela injustiça estrutural de governos imperiais apoiados, é compreensível que muitos latino-americanos procurem raízes italianas ou alemãs e tentem obter passaporte europeu para ser cidadãos de primeira classe em uma sociedade na qual as pessoas valem de acordo com o país em que nascem ou ao qual pertencem. Entretanto, nenhum documento, por si só, garantirá uma cidadania coletiva que pode transformar este mundo em uma terra de vida para todos os seres vivos. Isso só pode ocorrer através de um processo de conscientização social e de uma mundialidade da qual todos somos chamados a participar ativamente.